quinta-feira, 30 de abril de 2009
Cansei de ser tempo.
Vou seguindo assim, porque ainda é véspera de carnaval. Não são mais seus versos que compõem minha música. Não é mais o teu cheiro que me remete ao silêncio. Não são as tuas piadas que me fazem abrir um sorriso.
Hoje, do sentimento, faço obra de arte.. Não é todo dia que encontramos um amor pendurado em uma bela moldura.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
sábado, 4 de abril de 2009
Joga fora, vomita a porcaria do amor que eu te dei sem pedir nada em troca, leva embora suas mentiras, suas hostilidades, seus sorrisos falsos.
E eu? Eu fico por trás do muro de gelo, que criei entre nós. Fico no meio,entre você e o que chamam de coração.
sexta-feira, 27 de março de 2009
Faz o que tu quiser, só não dá pra esquecer os meus pulsos marcados com teu nome. Não dá pra ignorar a falta do beijo de despedida, do calor dos abraços, dos beijos insaciáveis de despedida.Não dá pra separar o meu gosto e o do chocolate, não dá pra me lavar da sua pele.Não vai adiantar tu rir da minha cara e voltar a ver televisão.
Um furacão nunca passa duas vezes num mesmo lugar.
quinta-feira, 19 de março de 2009
Já não tenho mais quem ri das minhas piadas, quem compartilha do meu humor negro, não tenho aquele que corresponde aos meus beijos. Não tenho mais com quem dividir meus lençóis, e não sei mais a que horas ele volta da faculdade. A louça tá suja, o café amargo e o jornal, é de ontem. A solidão entra pela janela, mas eu nem ligo. Eu grito, corro, fujo do que insiste em me perseguir. Até os malditos vizinhos sabem que eu to sangrando por dentro. Mesmo às três da manhã, as luzes ainda estão acesas, e a música ainda tá alta.
Seja o que for, tu não liga. Mal sabe o gosto daquele vinho que eu te comprei.
A fumaça do meu cigarro tá se juntando ao doce gosto do teu veneno, dando ênfase à esse romance pálido, onde não existe mais a cor, só as malditas rosas, que eu roubei do quintal da sua casa.
domingo, 8 de março de 2009
Mas espero que daqui pra frente, tudo se renove pra nós dois, nossas vidas são tão diferentes, viva agora tudo o que sonhou.
Muita coisa ainda está por vir, muita coisa ainda vai mudar, eu espero, que daqui pra frente..
Estou aqui pra dizer que o seu coração vai te mostrar exatamente pra onde ir,temos muito o que viver, enganar o tempo não dá mais.
Eu sigo o meu caminho, você segue o seu, acho que isso é mais forte que eu.
Tive minha chance, e não sobrou mais nada que eu possa fazer pra fazer você ficar, mas espero que daqui pra frente tudo se renove pra nós dois; nossas vidas são tão diferentes, viva agora tudo o que sonhou!
Muita coisa ainda está por vir, muita coisa ainda vai mudar..
Esse é o meu preço pra deixar você ir..
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Ver aquela coisinha preta pulando toda vez que me vê não fazia sentido até antes de ontem. Não se dá valor até quando se perde o que te se tem. Sempre ao acordar e ir buscar algo no quintal, lá vinha ela toda feliz e saltitante, parecendo que ia ganhar algo. Ela é tão linda, tão perfeita, que eu quase a esmagava toda vez que a via. Cadê você agora minha pequena? Você é o tesouro da minha vida, eu te amo demais. Volta pra mamãe, volta. Todo mundo tá sentindo sua falta meu bebê, volta pra mim!Você é a coisa mais linda da minha vida, eu te amo demais!!!
Eu já pedi pra tudo quanto é Santidade, fiz promessa, fiz de tudo, desculpa se eu te fiz algo meu amor, mas eu to sentindo demais sua falta!!!! Volta logo pra mim meu bebê, volta..
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Enquanto a chuva me molha e apaga o cigarro, o peito dói, e eu sei, a culpa é minha. Queria muito te ter aqui agora, mesmo sabendo que se estivesse me ouvindo agora, colocaria seus malditos fones de ouvido e me ignoraria.
e sim, me culpo por não te deixar ir embora. me culpo por não conseguir te tirar de mim, me culpo por não conseguir te esquecer, eu não consigo te lavar da minha pele. ainda não sei ficar se quer um dia sem pensar em você.
E eu queria tanto que você visse isso tudo, mesmo que de longe! Principalmente num dia em que eu precise de bem mais que cigarros pra fazer passar rápido o dia.
' quando fala o coração
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Meu amor sempre será o mesmo, independente da distância, independente da saudade. Meu amor nunca se acaba, ele vai estar sempre comigo onde quer que eu vá, onde quer que eu esteja. Meu amor é único.
Quando ele se foi, perdi o chão, a voz, perdi a cabeça. Ele era ( e sempre será ) a fonte da minha inspiração, meu suporte, a minha base. Como era bom passar horas e horas conversando, rindo e às vezes até cantando com ele. Fico lembrando da sua voz, do seu cheiro, do seu cabelo, e dói saber que não está mais comigo, que não está mais ao meu lado. Tá cada vez mais dificil, a saudade vai apertando mais e mais.
O que me motiva, o que ainda me dá sede de viver, ainda é ele. É a esperança de encontrá-lo novamente, de braços abertos, me esperando. É saber que onde quer que ele esteja, ele está guardando meu lugar ao seu lado. É saber que ainda vou vê-lo, tocá-lo e sentí-lo outra vez.
Meu amor, nunca se esqueça de tudo o que vivemos, o quão felizes fomos, e o quanto ainda seremos. Não se esqueça que aqui ainda tem um coração que chora a sua falta. A minha maior saudade, o meu amor maior, que ultrapassa todo e qualquer limite da vida. Vô, sem mais palavras, eu te AMO! '
02/09/2006
O melhor está nas entrelinhas
domingo, 18 de janeiro de 2009
É preciso saber a hora de parar, reconhecer o erro, e talvez até reconhecer o acerto. É preciso ter coragem de mudar, - mesmo que seja do torto para o mal-feito - de reinventar. Claro, trocar o certo pelo duvidoso não é fácil, exige coragem, gera incerteza, mas é um mal necessário. Resolvi parar pra deixar o "novo" soprar outras direções.
Eu tinha que mudar. Seja por meio de furacões ou de pancadas na cabeça, lá estava eu, viajando nas minhas vontades e aceitando com naturalidade a minha mudança.
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Ainda atordoada, lentamente abri a porta. Nem nos meus maiores sonhos imaginei o que acabava de encontrar. Mesmo com receio, meu coração batia forte, a curiosidade falou mais alto. Dei alguns passos, observei o que tinha ao meu redor. Tudo era colorido, novo, vibrante. Tinha toda a certeza do mundo. Encontrei a minha paz. Finalmente o trem entrou no trilho certo.
A Lot Like Love
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Quando é amor tudo muda. O aroma, o timbre, o gosto, a alma. As horas passam com a velocidade de segundos, o céu aparenta ser mais azul, a vida tem mais graça. Há quem diga que de nada vale o amor.
Não existe feio e belo, rico e pobre, bom ou mau no amor. Não existe amor pelas metades, não há como escolher o que amar. Ou ama-se por inteiro ou não é amor. Amor é carinho, atenção, cuidado. Amor é a possibilidade de ser quem é, livremente, e não ser julgado por isso. Amor é a descoberta de sentimentos, sensações e horizontes. Amor é ... simplesmente amor.
Quem já se apaixonou sabe do que eu falo. Talvez até reavive lembranças que outrora foram esquecidas. Todos hão de concordar comigo: nunca se esquece o amor. Quando um dos dois vai embora, quem fica sempre guarda-o com carinho, ternura. Quem vai sofre, - sem demonstrar,claro, o orgulho sempre fala mais alto - chora, e de um jeito ou de outro, segue a sua estrada, mas não se esquece do amor que outrora vivera.
O medo do fracasso é inevitável. Incerteza, insegurança, desespero ... tudo ainda é amor. Medo de não agradar a quem se ama não é motivo para desistir. Se o amor é verdadeiro, a luta, a conquista e a vitória são conseqüência da força de vontade, da força do amor. Basta querer.
e com amor não se paga.
Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.
(...)
Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.
Carlos Drummond de Andrade
Apenas mais uma de amor
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Não se assuste com o meu silêncio, - e não tenha medo dele - eu estou com você. Pode ser que às vezes eu pareça sombria, pensativa. Pode ser que ao invés de beijos e bombons, eu te traga flores murchas. Pode ser que às vezes eu seja tudo aquilo que um dia tudo o que você sonhou. E às vezes posso não ser a certa, nem conseguir chegar aos pés de uma.
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Não chegar perto é fundamental, nada de troca de olhares, nem o tocar das mãos, intimidade demais é perigoso demais. Entre um gole ou outro desse café amargo, eu posso finalmente o enxergar por de trás da fumaça do seu cigarro, e não é isso o que eu quero. Acho que não é ele que eu quero. Não é por precaução,mas prefiro ficar de longe, assim o observo melhor, e posso ver as suas manias. Não estou assustada o tempo todo, é só que às vezes ele me apavora.
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Eu simplesmente não quero ter que conviver com a sua indecisão. Você diz que eu nunca soube o que eu queria, para onde eu queria ir, o que eu queria de você. Por acaso você já tentou descobrir o que você quer de você mesmo? Algo além do de praxe, algo além da sua moto, algo além do seu quarto, com seringas espalhadas, com esse cheiro, você já tentou se perguntar o que tá fazendo aqui?! No meio de tantos livros, no meio de tanto vazio, no lugar de ter aceitado o amor que eu tentei te dar? Ele podia machucar, qualquer amor pode, mas em relação à sua vida, meu amor não causaria nem uma mínima fisgada no seu cérebro.
Desculpa se sempre estive drogada demais para você.
Meu silêncio [2]
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Meu mundo é assim, vazio. Não consigo saber o que me faz bem, não consigo ter metas pra vida. Eu nunca as cumpro, ora por preguiça, ora porque eu esqueço. É, sou esquecida mesmo. Não lembro nem o que eu comi ontem no almoço. Agora, me pergunte o porquê disso. Vou te responder com um sorriso de canto de boca, que disso eu também não sei. Não sei no que penso, não sei o que faço, não sei qual é a roupa que eu uso.
Sei que gosto do silêncio. Gosto do meu canto. Tem vezes que o meu silêncio dói mais do que as palavras. Mas, talvez, eu goste dele mesmo assim.
Costumo freqüentar lugares movimentados, usar muita maquiagem e roupas decotadas, sem saber o porquê de eu fazer isso. Não me sinto bem no meio de muita gente, maquiagem faz meus olhos arderem e a roupa mais confortável é o meu pijama velho, verde e com um sapinho já desbotado. Isso não me faz bem, não é ali o meu lugar.
Um dia desses, depois de uma longa e cansativa discussão com a minha mãe, ela me perguntou o porquê de eu ser assim, fechada. Parei, pensei, refleti, e a respondi, que eu também não sei. Só disse a ela que ela é a única que me vê do jeito que eu sou. Sem ter que fingir ser outra pessoa para agradá-la. Vou a boates, shows, festas, tenho vida social. Mas nada disso é o que eu quero, o que eu gosto. Por muito tempo, achei que era aquilo que me fazia bem. Há pouco, descobri que o que faz bem é o meu silêncio. É ele que ameniza meus problemas, ele que me acalma.
Já tem um tempo que me escondo. Quando tinha seis anos de idade, me mudei pra uma nova casa. Bairro novo, colégio novo, vizinhos novos. Sempre fui cercada por primas, vizinhas legais. Chegando à minha nova casa, todas as “coleguinhas” eram mais velhas que eu. Tive que me mudar, pra elas brincarem comigo. Falava de roupas cor – de – rosa, de brilho labial, de maquiagem. Eu era confundida com um garotinho de rua, andava descalça, com um short largo e tinha o cabelo curto, bagunçado. Definitivamente, não era uma “delas”. Implorei para a minha mãe comprar a casa da Barbie pra mim, com todos os acessórios possíveis. Em poucos dias, a vizinhança toda sabia, e quase fizeram uma fila na porta da minha casa para ver meu novo brinquedo. Gostei daquela história de ser “popular”. Todo fim de semana eu montava a casinha, para todas as minhas “amigas”. Naquele tempo, gostava daquilo, mas depois de crescida, descobri que eu usei máscaras durante toda a minha vida.
Fui alguém que não sou para agradar as pessoas, para agradar os chefes, para agradar os pais. Sempre fingi ser simpática, ser amiga, ser legal, quando não sou, quando não me faz bem. Sempre fingi ser alguém que me faz mal, que não liga pro sentimento dos outros, que não sabe o que é solidariedade. Foi debaixo de muita chuva que eu fui ver quão mal eu fui com as pessoas. Vi, que não as deixo, são elas quem me deixa. Um dia as pessoas cansam de tentar me entender.
Meu silêncio
domingo, 21 de dezembro de 2008
Mal tinha acordado, o rímel havia escorrido, eu mal conseguia abrir os olhos. Ela me sacudia freneticamente, me levantou, conversou comigo, preocupada. Eu parecia uma boneca nas mãos dela. Foi o prazo dela me soltar, que eu me deitei novamente. Eu só queria dormir. Deitei e dormi. Eu só queria estar num lugar que somente eu saberia, onde eu faço o que quiser. Foi bom. É bom estar sozinha, estar sozinha em um lugar diferente para poder me observar. Calada.
Nunca gostei de títulos
sábado, 20 de dezembro de 2008
Quando era menor, já gostava de ler e escrever, não que isso seja importante, mas, por ironia do destino, ganhei minha primeira medalha na primeira série. A “tia” nos obrigou a fazer um teste oral, lendo um trecho de um texto qualquer. Todos se preparavam, liam seqüenciadamente os textos-auxílio do livro de português, todos os verbos e palavras acentuadas eram temidos por grande parte dos pequenos. Eu, me preocupava mais em como eu me levantaria da minha carteira e ficaria lendo na frente dos outros. Meu medo sempre foi esse. Aparecer. Medo das pessoas me notarem.
Apesar de a voz sair esganiçada, trêmula, consegui ser a melhor da turma. Era daquelas de “Honra ao Mérito”, aquelas que você compra em qualquer esquina. Veio de brinde, um beijo melado da professora, e vários aplausos.
Títulos de texto também. Nunca achei necessário um titulo. O que importa, é o interior do texto, o que ele tem a dizer como um todo, não dizer tudo em uma só linha. No meu tempo de escola, sempre fazia questão de não colocar títulos. Ou os esquecer. Fui reprovada no vestibular, por não colocar título.
Ainda me faltam palavras
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Eu sou como a água: me moldo. Mudo de roupa, de cabelo, de lugar e, principalmente de humor. Também consigo me mudar, para os outros, para me adaptar a vida das pessoas. Mas na dele não. Não consegui esquecê-lo. E pode ter certeza, ainda vai doer.
Morria de ciúmes dele, quando achava que ele gostava de outra. Me roia de raiva, mas não reclamava, porque quando entrei na história, já sabia quem era a protagonista. Mas sempre tive a esperança de ser a personagem principal da vida dele.
Ficava feliz em descobrir os defeitos dele, em aprender a lidar com eles e não os achar mais insuportáveis. Ficava mais feliz ainda em me adaptar a eles. Eu o admirava quando me contava – sem detalhes e só alguns trechos – de pouco da sua vida. Eu era tão boba, que ficava feliz quando achávamos que já tínhamos uma “história” para contar, mesmo sendo escrita no rodapé, esmagada pelo que ele julgava ser o corpo do nosso texto. Ficava feliz em “perder” fins de semana para ficar com ele. Ficava feliz de não dormir a noite pensando nele. Ficava feliz
Hoje, muito pouco se perdeu no tempo. Às vezes, me pego conversando com outro, pensando
Passo minutos, horas e dias tentando não o enxergar em todos os homens que cruzam meu caminho. Uma das coisas que mais me entristece, é poder, mas não querer, ser a primeira na vida de tantos outros homens. É odiar não ser “ela”.
Agora, a cena não se repete, só se inverte. Talvez, algum dia, a Cinderela volte a procurar seu sapatinho de cristal. Agora, ela usa aqueles sapatinhos, que deixara para trás, antes do baile começar. Agora, ela prefere esperar, e com quem quer que esteja, que lhe devolva seu sapatinho. De cristal.
Dois lados daquela mesma história.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Lá estava ela, sentada no chão, calmamente observando tudo ao seu redor.Ela sabe que poderia estragar o clima apenas arregaçando as mangas. Quase todos os centímetros do seu corpo estão cobertos por marcas. Mas ela toma cuidado para não revelar de onde vem. Apesar do calor sufocante, usa uma camisa preta, de mangas compridas. Por dentro, sabemos que ela veste um tipo diferente de rebeldia. Deixou para trás a vida antiga, aquela que, decididamente, trocara a noite pelo dia.
Era de se esperar que ela, aos dezesseis, se intimidasse ou demonstraria agressividade. Mas ao contrário do que se parece, ela se expressa de maneira semelhante, quase sinônima, à tranqüilidade.
Nota-se o brilho da pulseira no pulso esquerdo, seus brincos,quase escondidos atrás dos cabelos soltos, a bolsa preta surrada e um novo,mas encardido,tênis branco. O cabelo, como já dito antes, solto, cortado meticulosamente. A maquiagem, bem marcada, delimita e realça os traços que ela diz somente com o poder preso dentro de seus olhos. Mas tudo se esconde debaixo de sua máscara. “Não quero mais esse mundo. Ainda não estou pronta para encarar a sociedade. Ainda acho difícil acreditar nas pessoas. "
Garoa,o céu reluz um misto de tons cinzentos,mal amanhece o dia,e ela está de pé. O clima define-se por si só, delicadamente frio. Diante de toda a bagagem, ela para, sorri e chega até a cantarolar. Em seguida, baixa o tom e acrescenta enquanto finge amarrar os cadarços, que a vida agora ganha um novo papel. "Sempre estarei lá, para ajudá-la. Ela não vai cometer os mesmos erros que eu." - comenta sobre si, chutando uma pedrinha qualquer, rumo a qualquer lugar.